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Olimpíada Tóquio 2021: Rayssa Leal, a Fadinha, é medalhista mais jovem da história em 85 anos

Com apenas 13 anos e 203 dias (seis meses e 22 dias), a maranhense Rayssa Leal tornou-se a brasileira mais jovem a receber uma medalha olímpica — e a sétima medalhista mais jovem em toda a história dos Jogos Olímpicos de Verão.

Tatá Werneck, Boninho, Galvão Bueno e outros famosos usaram as redes sociais para parabenizar Rayssa Leal pela conquista da medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

Tata Werneck, atriz

Fadinha! Menina brilhante! Você é potência pura! Comecei a seguir em 2019 porque fiquei encantada com tudo você representa! Que a vida só sorria pra você! Te traga sempre oportunidades pra você ser gigante! Obrigada por essa alegria ao Brasil.”

Rayssa (conhecida como Fadinha), que ganhou a prata na categoria street nesta segunda-feira (26), é quatro meses mais jovem que a vencedora da modalidade, a japonesa Momiji Nishiya. A skatista do Japão se tornou a segunda medalhista de ouro mais jovem da história — um recorde que permanece intacto desde 1936.

Tóquio 2020 marcou a estreia em Olimpíadas do skate, um esporte que costuma ter atletas bastante jovens competindo desde cedo. A idade das três medalhistas na categoria street chamou atenção: as duas primeiras têm 13 anos e a medalhista de bronze (a japonesa Funa Nakayama), 16. A idade somada das atletas do pódio é 42 anos.

Em 125 anos de olimpíadas na era moderna, foram poucos os atletas com menos de 14 anos que conseguiram subir ao pódio.

Nos últimos 85 anos, desde Berlim 1936, a brasileira é a mais jovem medalhista olímpica.

Antes de Rayssa, a atleta mais jovem do Brasil era Rosangela Santos, parte da equipe brasileira de corrida no revezamento 4x100m que ganhou bronze em Pequim 2008.

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Ela tinha 17 anos na época, mas só ganhou a medalha nove anos depois da prova — o Brasil havia chegado em quarto lugar, mas a equipe campeã, a Rússia, foi eliminada anos depois, após uma revisão de doping. Antes de Rosângela Santos, todos os atletas medalhistas mais jovens do Brasil tinham 18 anos — entre eles o fenômeno do futebol feminino, Marta, que ganhou prata em Atenas 2004.

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