
A Igreja Católica tem um novo líder. A fumaça branca que saiu da chaminé da Capela Sistina nesta quinta-feira (8) confirmou que os cardeais reunidos no conclave chegaram a um consenso e elegeram o sucessor do papa Francisco. A decisão foi tomada no segundo dia de votações, em meio a grande expectativa de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano.
Até o momento, o nome do cardeal escolhido e o nome papal que adotará ainda não foram divulgados oficialmente. A confirmação será feita em breve pelo cardeal protodiácono, Dominique Mamberti, que subirá à varanda central da Basílica de São Pedro para proclamar ao mundo a tradicional frase: “Habemus Papam” — “Temos um papa”.
Após o anúncio formal, o novo pontífice deve fazer sua primeira aparição pública e conceder a bênção apostólica à multidão presente na praça. Já nos próximos dias, entre quatro e cinco após a eleição, deverá ser celebrada a primeira missa do novo papa, marcando oficialmente o início de seu pontificado.
O conclave reuniu 133 cardeais eleitores, que se isolaram na Capela Sistina para conduzir a escolha de forma sigilosa. A eleição em apenas dois dias repete o ritmo das últimas escolhas, como as de Bento XVI, em 2005, e de Francisco, em 2013, ambas também concluídas rapidamente — sinal de coesão dentro da Igreja neste momento de transição.